đ A origem do IMD e a construção de uma metodologia para compreender o que existe antes, durante e depois do comportamento
Durante mais de 25 anos, minha trajetória profissional esteve diretamente ligada ao estudo, à observação e ao desenvolvimento de pessoas.
Ao longo desse caminho, trabalhei com profissionais, lĂderes, executivos, empresĂĄrios, equipes e organizaçÔes de diferentes portes, culturas e segmentos.
Estudei com brasileiros e estrangeiros, participei de diferentes formaçÔes e aprofundei minha compreensão sobre comportamento humano, personalidade, motivação, aprendizagem, liderança, comunicação, cultura, tomada de decisão e desenvolvimento.
đ Entre as referĂȘncias que contribuĂram para essa trajetĂłria de formação, estudo, desenvolvimento e construção intelectual estĂŁo:
Dr. Ădio Kessler, Madalena Junqueira, Marcos Wunderlich, Nancy Carvalho Poças, HilĂĄrio Trigo, Jeffrey Zeig, Robert Dilts, Gregory Bateson, Anthony Robbins, Robert Cialdini, Michael Hall, Richard Moss, AndrĂ© Percia, Roland Barclay, Patryk Wasowski, Kasia Wasowski, Ărica Belon, Gerson Macedo, Alexandre Wahbe, Arlene Davis, Durval Teixeira, AndrĂ© Prates, Conrado Adolpho, Brian Tracy E CENTENAS DE GRANDES MESTRES, entre outros profissionais, autores, pesquisadores, professores e diferentes escolas de pensamento que fizeram parte dessa jornada.
Mais do que uma relação de nomes, este registro também representa uma forma de reconhecimento e gratidão às pessoas e às diferentes linhas de conhecimento que, direta ou indiretamente, ajudaram a ampliar minha forma de compreender o ser humano.
O IMD nĂŁo nasceu de uma Ășnica teoria.
Também não nasceu da tentativa de substituir uma escola de psicologia por outra.
Sua construção surgiu justamente da percepção de que:
Nenhuma lente isolada parecia suficiente para explicar toda a complexidade do funcionamento humano.
Ao longo dos anos, diferentes perguntas foram surgindo.
â Por que duas pessoas que apresentam um comportamento semelhante podem estar sendo movidas por razĂ”es completamente diferentes?
â Por que alguĂ©m se comporta de uma maneira em determinado ambiente e de outra forma quando muda de contexto?
â Por que algumas pessoas conseguem sustentar determinado comportamento durante anos, enquanto outras mudam profundamente diante de uma nova cultura, liderança ou experiĂȘncia?
â Por que uma pessoa sabe racionalmente o que deveria fazer, mas age de maneira diferente?
â Por que determinados comportamentos se repetem mesmo quando aparentemente produzem resultados negativos?
E, talvez, uma das perguntas mais importantes:
đ O QUE EXISTE ANTES DO COMPORTAMENTO?
Foi a partir dessas perguntas que a arquitetura do IMD começou a ganhar forma.
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đïž O COMPORTAMENTO Ă IMPORTANTE. MAS ELE Ă O QUE CONSEGUIMOS VER.
Modelos comportamentais, entre eles aqueles associados Ă lĂłgica do DISC, possuem grande utilidade.
Eles ajudam a compreender como uma pessoa tende a:
- agir;
- comunicar-se;
- relacionar-se;
- responder ao ambiente;
- executar;
- influenciar;
- reagir diante de determinadas situaçÔes.
O problema começa quando tentamos utilizar apenas o comportamento para explicar o ser humano inteiro.
Uma pessoa pode assumir uma postura altamente dominante porque deseja poder.
Outra pode apresentar o mesmo comportamento porque precisa proteger sua equipe.
Outra aprendeu, durante a infĂąncia, que somente sendo forte conseguiria ser ouvida.
Outra estĂĄ inserida em uma cultura organizacional na qual rapidez e assertividade sĂŁo constantemente recompensadas.
Outra estĂĄ simplesmente sob pressĂŁo.
Externamente, o comportamento pode parecer semelhante.
Internamente, entretanto, podemos estar diante de sistemas humanos completamente diferentes.
Por isso, uma das premissas fundamentais do IMD Ă©:
â ïž COMPORTAMENTO SEMELHANTE NĂO SIGNIFICA NECESSARIAMENTE ESTRUTURA INTERNA SEMELHANTE.
O comportamento Ă© uma expressĂŁo.
à uma manifestação.
Ă o resultado visĂvel de uma arquitetura muito maior.
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đ§© O SER HUMANO Ă CONSTRUĂDO PELA INTERAĂĂO ENTRE MĂLTIPLAS FORĂAS
Para compreender uma pessoa, precisamos considerar que ela não começa a existir psicologicamente no momento em que toma uma decisão.
Existe uma histĂłria anterior.
Existe um organismo.
Existe um ambiente.
Existe uma cultura.
Existem experiĂȘncias.
Existem consequĂȘncias.
Existe aprendizagem.
Podemos compreender parte dessa construção a partir de quatro grandes campos:
đ§Ź BIOLOGIA
Cada indivĂduo chega ao mundo com determinadas predisposiçÔes.
Diferenças de temperamento, sensibilidade, ativação, responsividade e caracterĂsticas individuais participam da construção do modo como cada pessoa interage com o mundo.
Biologia nĂŁo significa destino.
Significa ponto de partida.
đ HISTĂRIA
A pessoa vive.
Observa.
Experimenta.
Acerta.
Erra.
Ă recompensada.
Ă frustrada.
Ă acolhida.
Ă rejeitada.
Constrói relaçÔes.
Observa seus pais, avĂłs, professores, amigos, lĂderes e grupos sociais.
E cada experiĂȘncia deixa algum tipo de informação para o sistema.
đ AMBIENTE
O ser humano nĂŁo funciona no vazio.
Ele responde às condiçÔes concretas nas quais estå inserido.
FamĂlia, escola, trabalho, recursos disponĂveis, nĂvel de segurança, pressĂŁo, oportunidades, ameaças e circunstĂąncias ajudam a moldar aquilo que Ă© possĂvel, necessĂĄrio ou esperado.
đïž CULTURA
A cultura Ă© uma dimensĂŁo particular do ambiente.
Ela ensina, explicitamente ou nĂŁo:
âAqui fazemos assim.â
âIsso Ă© valorizado.â
âIsso Ă© rejeitado.â
âEsse comportamento gera pertencimento.â
âEsse comportamento gera reconhecimento.â
âEsse comportamento pode custar sua permanĂȘncia no grupo.â
Por isso, duas pessoas com caracterĂsticas semelhantes podem desenvolver expressĂ”es comportamentais muito diferentes quando inseridas em culturas distintas.
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đ O PAPEL DAS CONSEQUĂNCIAS E DA APRENDIZAGEM
Aqui encontramos uma contribuição importante do behaviorismo.
Comportamentos produzem consequĂȘncias.
E as consequĂȘncias ajudam a alterar a probabilidade de determinados comportamentos se repetirem.
Uma criança aprende que, quando age de determinada maneira, recebe atenção.
Um profissional percebe que, sempre que toma iniciativa, Ă© reconhecido.
Outro percebe que, ao apresentar uma opiniĂŁo diferente, Ă© punido.
Gradualmente, o sistema aprende.
Mas o ser humano nĂŁo aprende apenas pela consequĂȘncia direta.
Ă aqui que outras vertentes ampliam a compreensĂŁo.
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đ„ APRENDIZAGEM SOCIAL: TAMBĂM APRENDEMOS OBSERVANDO
Uma pessoa pode aprender sem precisar experimentar diretamente todas as consequĂȘncias.
Ela observa.
Observa como a mĂŁe reage.
Como o pai resolve problemas.
Como a avĂł enfrenta dificuldades.
Como o chefe lidera.
Como determinada pessoa Ă© recompensada.
Como outra Ă© excluĂda.
E começa a formar modelos sobre aquilo que funciona.
Assim, parte do nosso repertĂłrio Ă© construĂda por aprendizagem social e observacional.
Podemos pensar:
âMinha mĂŁe fazia assim.â
âMeu pai reagia dessa maneira.â
âNa minha famĂlia, ninguĂ©m demonstrava fragilidade.â
âNa minha empresa, quem fala mais alto consegue espaço.â
âNa minha profissĂŁo, ser extremamente analĂtico Ă© valorizado.â
Esses padrÔes podem ser incorporados, adaptados, rejejados ou transformados ao longo do tempo.
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đ COGNITIVISMO: O SER HUMANO NĂO APENAS REAGE, ELE INTERPRETA
Entre um acontecimento e uma resposta existe também processamento.
O ser humano constrĂłi:
- crenças;
- interpretaçÔes;
- expectativas;
- hipĂłteses;
- regras;
- modelos mentais;
- relaçÔes de causa e consequĂȘncia.
Uma mesma situação pode produzir respostas completamente diferentes porque foi interpretada de maneiras diferentes.
Uma mudança organizacional pode ser percebida como:
- ameaça;
- oportunidade;
- injustiça;
- desafio;
- caos;
- renovação.
O acontecimento Ă© o mesmo.
A representação mental construĂda sobre ele nĂŁo Ă©.
Ă por isso que, para o IMD, compreender apenas o estĂmulo e a resposta nĂŁo Ă© suficiente.
Precisamos compreender também:
đ§ COMO AQUELA PESSOA ESTĂ INTERPRETANDO AQUILO QUE ESTĂ ACONTECENDO?
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đ§ NEUROCIĂNCIA: O CĂREBRO NĂO COMEĂA CADA DECISĂO DO ZERO
A experiĂȘncia acumulada participa continuamente da forma como percebemos e antecipamos o mundo.
O cérebro utiliza informaçÔes anteriores para construir expectativas, reconhecer padrÔes, prever possibilidades e preparar respostas.
Aquilo que funcionou no passado tende a influenciar aquilo que esperamos que funcione novamente.
Aquilo que produziu dor, risco ou perda pode aumentar nossa vigilùncia diante de situaçÔes semelhantes.
Aquilo que produziu reconhecimento pode tornar-se uma estratégia recorrente.
Por isso, nossa resposta atual carrega, em alguma medida:
biologia, memĂłria, experiĂȘncia, aprendizagem, expectativa, contexto e estado presente.
O ser humano estĂĄ continuamente comparando aquilo que espera com aquilo que acontece.
E cada nova experiĂȘncia pode confirmar, enfraquecer ou modificar os modelos anteriores.
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đŹ O IMD NASCE DA INTEGRAĂĂO DESSAS PERGUNTAS
A partir dessa compreensão, o IMD foi sendo estruturado para observar diferentes dimensÔes do funcionamento humano.
NĂŁo como caixas completamente separadas.
NĂŁo como uma linha rĂgida e mecĂąnica.
Mas como:
đ SISTEMAS QUE INTERAGEM CONTINUAMENTE.
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đ„ POWER MX: POR QUE EU QUERO?
O Power MX procura compreender as forças motivacionais que ajudam a dar direção ao indivĂduo.
O que mobiliza essa pessoa?
O que possui valor para ela?
O que busca?
O que deseja preservar?
O que procura conquistar?
Duas pessoas podem desejar ocupar a mesma posição profissional por motivos completamente diferentes.
Uma busca reconhecimento.
Outra, segurança.
Outra, impacto.
Outra, autonomia.
Outra, influĂȘncia.
Outra, realização.
O comportamento final pode ser semelhante.
O motor interno pode ser completamente diferente.
O Power MX procura compreender:
â POR QUE ISSO IMPORTA PARA MIM?
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đ§Ź PERSONALITY MX: QUEM SOU EU DIANTE DAS POSSIBILIDADES?
A personalidade participa da forma como tendemos a nos orientar diante das alternativas.
Ela influencia nossas preferĂȘncias, tendĂȘncias e padrĂ”es relativamente consistentes de funcionamento.
Diante de mĂșltiplas possibilidades, algumas parecem mais naturais.
Outras exigem maior adaptação.
Por isso, a Personality MX procura compreender:
â QUAIS POSSIBILIDADES TENDEM A COMBINAR MAIS COM MINHA FORMA DE FUNCIONAR?
A personalidade nĂŁo determina absolutamente uma escolha.
Mas participa da forma como percebemos, valorizamos e nos aproximamos das diferentes alternativas.
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đïž VISION MX: COMO MINHA MENTE ENXERGA E ORGANIZA A REALIDADE?
O Vision MX procura compreender aquilo que podemos chamar de:
đ§ MENTE OPERANTE.
Como a pessoa percebe.
Como interpreta.
Como organiza informaçÔes.
Como constrĂłi possibilidades.
Como compreende problemas.
Como visualiza caminhos.
NĂŁo se trata apenas de perguntar:
âO que essa pessoa vĂȘ?â
Mas:
â COMO ELA CONSTRĂI SENTIDO A PARTIR DAQUILO QUE VĂ?
Duas pessoas podem receber exatamente a mesma informação e construir modelos completamente diferentes da realidade.
à nessa camada que se encontram percepção, interpretação, construção de cenårios e visão de mundo.
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⥠ENERGY MX: COMO EU APRENDI A MOBILIZAR MEUS RECURSOS?
O Energy MX precisa ser compreendido para além da ideia simplificada de energia interna.
Razão, Ação e Emoção não existem isoladas da história.
Também não funcionam separadas do ambiente.
A pessoa aprende a mobilizar seus recursos ao longo da vida.
Ela observa.
Experimenta.
Recebe consequĂȘncias.
Adapta-se.
O que funcionou?
O que nĂŁo funcionou?
Quando pensar antes de agir produziu melhores resultados?
Quando agir rapidamente foi necessĂĄrio?
Quando perceber emoçÔes e relaçÔes ajudou a proteger vĂnculos ou compreender o ambiente?
Assim, Razão, Ação e Emoção podem ser compreendidas também como:
formas predominantes de mobilização humana, desenvolvidas na interação entre predisposição, experiĂȘncia, aprendizagem e contexto.
Por isso, o Energy MX nĂŁo pergunta apenas:
âQuanta energia esta pessoa possui?â
Ele procura compreender:
â COMO ESTA PESSOA APRENDEU, DESENVOLVEU E ATUALMENTE MOBILIZA SEUS RECURSOS PARA COMPREENDER, AGIR, ADAPTAR-SE, RELACIONAR-SE E REALIZAR?
A energia Ă© interna.
Mas também é influenciada externamente.
Ela dialoga com:
- ambiente;
- cultura;
- histĂłria;
- aprendizagem;
- estado fisiolĂłgico;
- experiĂȘncias acumuladas;
- demandas presentes.
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âïž A DECISĂO Ă O PONTO DE CONVERGĂNCIA
Motivação.
Personalidade.
Percepção.
VisĂŁo de mundo.
Formas de mobilização.
HistĂłria.
Ambiente.
Cultura.
ConsequĂȘncias anteriores.
Estado atual.
Essas dimensÔes interagem.
E dessa interação emerge uma decisão.
Por isso, no IMD, a decisĂŁo nĂŁo precisa ser compreendida como uma caracterĂstica isolada.
Ela Ă© um:
đ PONTO DE CONVERGĂNCIA DO SISTEMA.
A pessoa interpreta.
Avalia.
Antecipa consequĂȘncias.
Mobiliza recursos.
E escolhe uma resposta possĂvel.
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đ PLAYER MX: QUANDO O SISTEMA SE TRANSFORMA EM COMPORTAMENTO
EntĂŁo chegamos Ă parte visĂvel.
O comportamento.
Ă aqui que entra o Player MX.
O Player procura compreender como o indivĂduo:
- age;
- comunicar-se;
- executa;
- influencia;
- reage;
- relaciona-se;
- adapta-se;
- responde ao contexto;
- funciona sob pressĂŁo.
à aqui que encontramos uma aproximação importante com modelos comportamentais como o DISC.
Mas existe uma diferença essencial.
No IMD, o comportamento nĂŁo Ă© compreendido isoladamente.
Ele Ă© visto como a expressĂŁo momentĂąnea e contextual de um sistema mais amplo.
Por isso, o comportamento de uma pessoa pode apresentar diferentes configuraçÔes.
HĂĄ aquilo que ela demonstra.
HĂĄ aquilo que atualmente desenvolveu para funcionar em seu ambiente.
E hĂĄ aquilo que pode emergir quando aumenta a pressĂŁo.
O comportamento atual também pode carregar adaptaçÔes culturais e profissionais.
Uma pessoa pode ter desenvolvido alta capacidade de comunicação porque sua profissão exigiu.
Outra pode ter aprendido a ser extremamente analĂtica porque o ambiente punia erros.
Outra pode ter desenvolvido velocidade e pragmatismo porque passou anos em contextos nos quais hesitar significava perder oportunidades.
O Player, portanto, Ă©:
đ A EXPRESSĂO OBSERVĂVEL DO SISTEMA HUMANO EM DETERMINADO CONTEXTO E MOMENTO.
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đŻ O COMPORTAMENTO PRODUZ RESULTADOS
Toda ação produz algum tipo de resultado.
O resultado Ă© aquilo que aconteceu.
A consequĂȘncia Ă© aquilo que esse resultado produziu.
E a aprendizagem Ă© aquilo que o sistema incorporou dessa experiĂȘncia.
Podemos pensar assim:
đ RESULTADO
O que aconteceu?
đ CONSEQUĂNCIA
O que isso produziu?
đ APRENDIZAGEM
O que passei a compreender, esperar, repetir, evitar ou modificar?
Essa aprendizagem retorna ao sistema.
E começa um novo ciclo.
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đ O SER HUMANO NĂO FUNCIONA EM UMA LINHA RETA
A arquitetura do IMD pode ser representada, didaticamente, da seguinte maneira:
đ§Ź BIOLOGIA + đ HISTĂRIA + đ AMBIENTE + đïž CULTURA
influenciam e sĂŁo continuamente atualizadas pela:
đŹ EXPERIĂNCIA
que produz:
đŻ RESULTADOS + âïž CONSEQUĂNCIAS + đ§ APRENDIZAGEM
e participa continuamente da interação entre:
đ„ POWER MX
Por que eu quero?
đ§Ź PERSONALITY MX
Quais possibilidades combinam com minha forma de funcionar?
đïž VISION MX
Como percebo e interpreto a realidade?
⥠ENERGY MX
Como mobilizo Razão, Ação e Emoção?
Essas dimensÔes interagem.
âŹïž
âïž DECISĂO
O que farei?
âŹïž
đ PLAYER MX
Como isso se transforma em comportamento?
âŹïž
đŻ RESULTADO
âŹïž
âïž CONSEQUĂNCIA
âŹïž
đ§ APRENDIZAGEM
â©ïž
E O CICLO CONTINUA.
Cada nova experiĂȘncia pode influenciar a prĂłxima percepção.
Cada nova consequĂȘncia pode modificar uma expectativa.
Cada aprendizagem pode ampliar ou restringir o repertĂłrio.
O ser humano nĂŁo apenas repete aquilo que Ă©.
Ele também se transforma a partir daquilo que vive.
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đ E ONDE ENTRA O OCEAN METRICS?
Ao integrarmos todas essas dimensÔes, surge uma pergunta maior:
â QUE GRANDES PADRĂES TENDEM A EMERGIR DA FORMA COMO ESSA PESSOA FUNCIONA AO LONGO DO TEMPO?
Ă nesse ponto que entra o Ocean Metrics.
Inspirado na tradição dos grandes fatores de personalidade, o Ocean Metrics oferece uma leitura ampliada de caracterĂsticas que tendem a aparecer de maneira relativamente consistente no funcionamento do indivĂduo.
Ele nĂŁo deve ser compreendido simplesmente como:
âComo os outros julgam essa pessoa?â
A percepção externa pode contribuir para compreender impacto e expressão.
Mas a proposta Ă© mais ampla.
O Ocean Metrics procura consolidar uma:
đ ASSINATURA DE GRANDES TRAĂOS
que emerge da interação entre diferentes dimensÔes do funcionamento humano.
Isso inclui a relação entre:
- predisposiçÔes;
- personalidade;
- histĂłria;
- experiĂȘncias;
- motivaçÔes;
- formas de percepção;
- mobilização de recursos;
- padrÔes comportamentais;
- adaptaçÔes;
- ambiente;
- cultura;
- aprendizagem acumulada.
Enquanto o Player MX pergunta:
đ COMO ESSA PESSOA ESTĂ SE COMPORTANDO E SE EXPRESSANDO?
O Ocean Metrics amplia a observação:
đ QUE GRANDES CARACTERĂSTICAS TENDEM A EMERGIR DE MANEIRA MAIS AMPLA E RECORRENTE NA FORMA COMO ESSA PESSOA FUNCIONA?
Podemos dizer, didaticamente:
đ O PLAYER OBSERVA A EXPRESSĂO COMPORTAMENTAL.
đ O OCEAN METRICS CONSOLIDA UMA LEITURA MAIS AMPLA DOS GRANDES TRAĂOS QUE EMERGEM DO SISTEMA.
Isso nĂŁo significa que o Ocean seja simplesmente o Ășltimo degrau de uma sequĂȘncia.
Ele funciona melhor como uma:
đ LEITURA TRANSVERSAL E INTEGRADORA.
Uma espécie de visão panorùmica dos padrÔes mais amplos que se manifestam na pessoa.
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â POR QUE APENAS O DISC NĂO BASTA?
Porque saber como alguém age é extremamente importante.
Mas isso nĂŁo responde sozinho:
- Por que essa pessoa age dessa maneira?
- O que a mobiliza?
- O que aprendeu ao longo da vida?
- Como interpreta aquilo que acontece?
- Que possibilidades tende a considerar?
- Como mobiliza seus recursos?
- Como o ambiente influencia seu comportamento?
- Que papel a cultura exerce?
- O que muda quando aumenta a pressĂŁo?
- Que consequĂȘncias anteriores estĂŁo influenciando a decisĂŁo atual?
- Que grandes traços emergem da soma de todas essas dimensÔes?
O DISC oferece uma lente importante sobre comportamento.
Mas o comportamento Ă© apenas uma dimensĂŁo da experiĂȘncia humana.
O IMD surgiu da necessidade de ampliar essa observação.
ââââââââââââââââââ
đŹ UMA METODOLOGIA CONSTRUĂDA A PARTIR DA INTEGRAĂĂO
A construção do IMD dialoga com diferentes perspectivas.
đ§Ș Do behaviorismo, reconhecemos a importĂąncia da relação entre comportamento e consequĂȘncia.
đ„ Da aprendizagem social, reconhecemos que o ser humano tambĂ©m aprende observando modelos e consequĂȘncias vividas por outras pessoas.
đ Do cognitivismo, incorporamos a importĂąncia das crenças, interpretaçÔes, expectativas e modelos mentais.
𧏠Das teorias de personalidade, buscamos compreender padrÔes relativamente consistentes de funcionamento e diferenças individuais.
đ„ Dos estudos sobre motivação, reconhecemos que pessoas podem fazer a mesma coisa por razĂ”es profundamente diferentes.
đ§ Da neurociĂȘncia, compreendemos cada vez mais que percepção, emoção, memĂłria, expectativa, corpo, aprendizagem e decisĂŁo funcionam de maneira integrada.
đ Da psicologia social, organizacional e cultural, reconhecemos que ninguĂ©m existe separado do ambiente, dos grupos e dos sistemas aos quais pertence.
Por isso, o IMD nĂŁo pretende reduzir o ser humano a uma Ășnica teoria.
Sua proposta Ă© construir uma leitura:
đ§© MULTIDIMENSIONAL E INTEGRATIVA.
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đ O COMPORTAMENTO Ă A PARTE VISĂVEL DE UMA ARQUITETURA HUMANA MUITO MAIOR
Talvez essa seja a sĂntese mais simples de toda a metodologia.
O comportamento Ă© aquilo que vemos.
Mas antes do comportamento existem:
- predisposiçÔes;
- histĂłria;
- motivaçÔes;
- preferĂȘncias;
- percepçÔes;
- interpretaçÔes;
- aprendizagens;
- experiĂȘncias;
- modelos mentais;
- ambiente;
- cultura;
- formas de mobilização.
Existe uma decisĂŁo.
Depois do comportamento existem:
- resultados;
- consequĂȘncias;
- novas aprendizagens;
- adaptaçÔes;
- mudanças futuras.
Por isso, compreender verdadeiramente uma pessoa exige olhar:
đ para o que existe antes do comportamento;
âïž para o que acontece durante a decisĂŁo;
đ e para aquilo que permanece depois da consequĂȘncia.
O IMD nasceu dessa busca.
NĂŁo apenas para classificar pessoas.
Não apenas para dizer como alguém se comporta.
Mas para construir uma compreensĂŁo mais ampla sobre:
como diferentes dimensÔes interagem para produzir a maneira singular pela qual cada ser humano percebe, decide, age, aprende e se transforma.
Porque pessoas nĂŁo sĂŁo apenas tipos.
NĂŁo sĂŁo apenas comportamentos.
Não são apenas traços.
đ§ PESSOAS SĂO SISTEMAS VIVOS, HISTĂRICOS, BIOLĂGICOS, SOCIAIS, CULTURAIS, ADAPTATIVOS E EM PERMANENTE DESENVOLVIMENTO.
E talvez seja exatamente por isso que compreender o ser humano seja uma das tarefas mais complexas e, ao mesmo tempo, mais extraordinĂĄrias que existem.
ââââââââââââââââââ
đ CONHEĂA O IMD
O IMD foi desenvolvido para transformar diferentes dimensÔes do funcionamento humano em uma leitura integrada, estruturada e aplicåvel ao desenvolvimento de:
- pessoas;
- carreiras;
- lideranças;
- equipes;
- culturas;
- organizaçÔes.
Conhecer uma pessoa apenas pelo comportamento Ă© enxergar aquilo que aparece.
O IMD procura compreender também o sistema que produz aquilo que aparece.
Profissionais e empresas podem solicitar acesso para conhecer a metodologia e experimentar o IMD por trĂȘs meses gratuitamente.
đ Acesse:
www.grupoavda.com
đ§ IMD | InteligĂȘncia Multidimensional de Desenvolvimento
Mensuramos o InvisĂvel. Desenvolvemos o ExtraordinĂĄrio.
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Ahlex Van der All
Cientista Comportamental
Criador e Diretor ResponsĂĄvel pela Metodologia IMD
Diretor de InteligĂȘncia EstratĂ©gica | Grupo AVDA / All Corporate







